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Saiba como escolher a opção ideal de barrinhas

03/01/2018 | 09:00
Saiba como escolher a opção ideal de barrinhas
Aquelas com fibras, por exemplo, ajudam a reduzir o índice de açúcar no organismo, fazendo com que aumente também a sensação de saciedade

Muitas pessoas associam o consumo de barras proteicas a quem pratica atividades físicas, principalmente, antes de treinos de fortalecimento muscular. Na verdade, elas podem ser uma boa opção de lanche para qualquer pessoa, já que a proteína é essencial para toda a estrutura humana. Mas é importante saber adequar o seu consumo para o que você realmente necessita.
De acordo com a nutricionista Klara Rahmann, ler os rótulos é uma dica importante para ajudar nessa escolha. “Hoje, encontramos no mercado uma variedade grande de barrinhas com diferentes composições energéticas e nutricionais. Dica é olhar na embalagem do produto a quantidade de proteínas e fibras presentes, a origem da proteína, se é vegetal ou animal, o tipo de gordura e a presença de açúcar no produto”, orientou Klara Rahmann.
A seguir, aprenda como avaliar o rótulo e escolher a opção ideal.
PROTEÍNA – De acordo com a nutricionista, opte por barrinhas que contenham, pelo menos, 7g de proteína por porção. “Quanto mais proteína, melhor para a sensação de saciedade”, explicou. Além disso, a proteína de origem vegetal, presente nas castanhas, por exemplo, é de fácil digestão, pesando menos no estômago após consumo. “Entre as proteínas de origem vegetal, a proteína isolada de soja também é interessante, porque é a mais completa em aminoácidos essenciais que ajudam no funcionamento do organismo”, contou.
FIBRAS – Também são importantes na composição nutricional do lanche. Segundo a nutricionista, procure buscar barrinhas com quantidade relevante delas, sempre acima de 2,5 gramas por porção de consumo. “As fibras ajudam a reduzir o índice de açúcar no organismo, fazendo com que também aumente a sensação de saciedade”.
TIPOS DE GORDURA – Presença de gordura assusta nos rótulos, porém, a nutricionista reforçou que as gorduras “do bem”, as chamadas poli-insaturadas, não precisam ser riscadas dessa análise. “Encontramos esse tipo de gordura nas oleaginosas, por exemplo, e o mercado já tem barrinhas proteicas à base de castanhas. Esse tipo de gordura produz ômegas 3 e 6, que são importantes ao bom funcionamento do metabolismo humano”.
AÇÚCAR – Normalmente, as barras de proteína são doces, ou seja, existe presença de açúcar ou adoçante. Klara informou que o açúcar não é inimigo, mas deve ser dosado na alimentação, inclusive, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda não ultrapassar 25 gramas ao dia. “Boa alternativa é escolher barrinhas com açúcares naturais, como mel e açúcar de coco, por exemplo”.
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